Conseguir pensar em ajudar o próximo em um momento de dor não é uma tarefa simples, mas pode fazer a diferença na vida de milhares de pessoas que aguardam na fila de transplante. Para as famílias que optam pela doação de órgãos a decisão tem o duplo efeito de minimizar o sofrimento e devolver a esperança de outras famílias.
Dona Analia Francisca do Nascimento cumpriu o desejo da filha e doou seus órgãos. Ana Lúcia morreu aos 40 anos por conta de um problema no cérebro. Em respeito à vontade dela, alguns dos órgãos, como os rins e o coração, foram doados.
Dona Analia conta que a filha tinha o desejo de ser doadora desde os dois anos de idade. “Ela dizia assim ‘mãe, quando eu crescer eu vou doar meu sangue e tudo que é meu eu vou doar para os outros'", relembra.
Embora a ausência da filha seja irreparável, dona Anália se conforta em saber que uma parte dela ainda vive.
O filho do Cláudio Maranhão, Caio Cauã Bezerra dos Santos, morreu aos 18 anos depois de sofrer um acidente em Palmas.

Após o óbito confirmado no hospital a equipe médica procurou os familiares para falar sobre a possibilidade de doação dos órgãos. A família aceitou de imediato. Cláudio lembra que, em vida, o filho era bastante solidário.
Divania Borges sabia que o filho precisaria de um transplante de rim desde que ele tinha 14 anos de idade, mas a cirurgia só aconteceu quando José Vanderlei tinha 28 anos.
Divania conta que ficou feliz ao descobrir que poderia ser a doadora para o filho. "Naquele momento eu já coloquei na cabeça que eu ia doar um rim para ele e a gente foi para o processo [cirúrgico] e tudo deu certo. No dia foi só alegria”, afirma.
Mas agora, oito anos após o procedimento, o outro rim de José parou e ele está de volta na fila do transplante.
Para surpresa de Antônio José Guerra, a espera na fila do transplante de fígado durou apenas sete dias. O procedimento deu tão certo que ele escreveu o livro Eu Sou O Milagre relatando a experiência.
O Tocantins possui uma Central de Transplantes (CETTO) credenciada pelo Ministério da Saúde desde 2012. Esse setor faz a gestão de todos os processos que envolvem doação e transplante no Tocantins.
A ação de captação dos órgãos é realizada de forma conjunta pelas equipes da CETTO e Banco de Olhos do Tocantins (Boto); com a Organização de Procura de Órgãos (OPO) e a Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT).
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