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Condenado por estupro e sequestro da própria companheira é preso em casa às margens da BR-153

Homem era investigado pela Polícia Civil de Araguaína, que montou uma operação para capturá-lo em outro município.

07/02/2024 14h07
Por: Notícias 105 Tocantins Fonte: g1 Tocantins
Condenado por estupro e sequestro da própria companheira é preso em casa às margens da BR-153

Um homem de 43 anos investigado pela Polícia Civil (PC) de Araguaína por sequestro, cárcere privado, estupro e outros delitos foi preso em casa, às margens da BR-153, em Nova Olinda nesta terça-feira (6). Ele foi condenado a mais de 10 anos de prisão pelos crimes cometidos contra a própria companheira em 2022.

A condenação foi concedida pela Vara Especializada no Combate a Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Araguaína pelos crimes de sequestro, cárcere privado, ameaça, violação de domicílio e estupro. Após o mandado expedido pelo Poder Judiciário o homem passou a ser procurado pela polícia.

 

Depois de descobrirem o paradeiro do condenado, os policiais montaram uma operação para capturar o homem. Ele estava em uma casa localizada às margens da BR-153 em Nova Olinda, a quase sessenta quilômetros de distância.

Após ser preso, ele foi levado para a 5ª Central de Atendimento da PC, em Araguaína, onde passou pelos procedimentos legais e depois foi encaminhado para a Unidade Penal Regional local, onde deverá dar início ao cumprimento da pena.

O nome do homem não foi divulgado, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.

A delegada da 3ª Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM - Araguaína), Ana Maria Varjal, destacou a importância desta prisão, uma vez que ele foi julgado e condenado por envolvimento em crimes gravíssimos.

“Importante ressaltar que a vítima sofreu toda sorte de violência, tais como física, sexual psicológica e que na época dos fatos, ela somente não morreu, porque conseguiu fugir do agressor. Portanto, esta prisão restaura a segurança e traz um pouco mais de paz e tranquilidade a vítima”, disse a delegada.

 

A delegada Sarah Lilian, que também atua na DEAM, comentou que a Polícia Civil deve apertar o cerco contra agressores de mulheres e fazer com que paguem pelos seus crimes conforme determina a lei.

“Em uma sociedade moderna em que as mulheres já alcançaram tantas e tantas conquistas é inadmissível que fatos terríveis como este continuem a acontecer", finalizou.

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