O presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto, anunciou nesta terça-feira (11) a anulação do leilão do governo para a compra de arroz importado, realizado na última quinta-feira (6). Segundo Pretto, um novo procedimento “mais ajustado” será realizado para garantir a contratação de empresas com capacidade técnica e financeira.
A decisão de anular o leilão foi tomada após suspeitas de irregularidades na compra das 263 mil toneladas de arroz. Pretto explicou que o objetivo é realizar um novo leilão, possivelmente em outros modelos, para assegurar a contratação de empresas que possam entregar arroz de qualidade a preços acessíveis para os consumidores.
O presidente Lula endossou a decisão de anular o leilão e convocar um novo, após reunião com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. O leilão anterior teve um preço médio de cerca de R$ 25 por saco de 5 quilos, com participação de empresas sem histórico no mercado de cereais.
A decisão de anular o leilão foi tomada após suspeitas de irregularidades na compra das 263 mil toneladas de arroz. Pretto explicou que o objetivo é realizar um novo leilão, possivelmente em outros modelos, para assegurar a contratação de empresas que possam entregar arroz de qualidade a preços acessíveis para os consumidores.
O presidente Lula endossou a decisão de anular o leilão e convocar um novo, após reunião com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. O leilão anterior teve um preço médio de cerca de R$ 25 por saco de 5 quilos, com participação de empresas sem histórico no mercado de cereais.
Teixeira e Fávaro identificaram que a maioria das empresas participantes do leilão apresentava “fragilidades” para operar um volume tão grande de arroz. Fávaro destacou que não houve pagamento pelo produto do leilão anulado e prometeu critérios mais rigorosos no próximo leilão, que contará com a ajuda da Controladoria-Geral da União (CGU), da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Receita Federal.
O novo edital avaliará previamente se as empresas têm condições técnicas e financeiras para executar os contratos, evitando surpresas após o pregão. A falta de experiência das empresas vencedoras gerou preocupação no mercado, conforme relatado pelo Globo Rural.
Em meio à polêmica do leilão, o ministro da Agricultura anunciou a saída de Neri Geller do cargo de secretário de Política Agrícola. Geller, que apoiou Lula na eleição de 2022, colocou o cargo à disposição após surgirem suspeitas de conflito de interesses envolvendo um ex-assessor seu.
A decisão foi tomada para evitar transtornos e preservar a integridade do processo.
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