O Governo do Tocantins emitiu um alerta para os moradores de Aguiarnópolis, região do extremo norte, que evitem contato com a água do Rio Tocantins. O alerta foi feito após a queda da ponte que liga o município à cidade de Estreito, no Maranhão neste domingo (22). Durante o desabamento, vários veículos que transitavam caíram, incluindo uma carreta que transportava ácido sulfúrico, o produto é tóxico, pode ter vazado e contaminado a água do rio.
A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado Do Tocantins (Semarh) também alerta sobre as contaminações da água para outros dez municípios do estado e oito do Maranhão, que estão nas áreas margeadas pelo Rio Tocantins. (Confira as cidades com restrições no fim da reportagem)
O governo ainda ressalta que a possível queda de cargas com produtos químicos durante o colapso do desabamento da ponte pode gerar alto risco à saúde pública e ao meio ambiente. Por isso, os moradores devem evitar qualquer contato com a água do Rio Tocantins.
A Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que fica na BR-226, entre as cidades de Aguiarnópolis e Estreito, cedeu por volta das 14h50. As forças de segurança continuam no local e já confirmaram uma morte. Segundo autoridades, quatro caminhões, dois automóveis e duas motocicletas estavam na parte da ponte que caiu.
A BRK, empresa de abastecimento de água, informou que o fornecimento de água tratada pela companhia nas cidades de Aguiarnópolis, Tocantinópolis, São Miguel do Tocantins e São Sebastião do Tocantins não foi afetado pelo desabamento da ponte.
Disse que o abastecimento desses municípios é realizado por meio de captação subterrânea, sem qualquer relação com o Rio Tocantins. "Desta forma, a água captada, tratada e distribuída à população desses municípios permanece apta para consumo", diz a nota.
Na madrugada desta segunda-feira (23), a Polícia Rodoviária Federal confirmou mais de dez pessoas desaparecidos após o desabamento da ponte entre os estados do Maranhão e Tocantins.
Os municípios do Tocantins e Maranhão em alerta são:
Equipes dos bombeiros do Tocantins e Maranhão, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Polícia Militar (PM) e Polícia Rodoviária Federal (PRF) se deslocaram para a ponte entre o Tocantins e o Maranhão na tarde deste domingo. Ainda não foram divulgadas informações sobre as causas do acidente.
Os trabalhos incluem a avaliação da qualidade da água e possíveis impactos ambientais, planejamento e execução de ações para conter a contaminação do rio e operações para a remoção dos veículos submersos. Além das buscas pelos desaparecidos.
O DNIT informou que o vão central da ponte que ligava as cidades e cedeu tinha 533 metros de extensão. Equipes vão avaliar a situação, apurar as possíveis causas e tomar as medidas necessárias.
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