Juliana Marins conheceu as dunas e lagoas do Jalapão, no Tocantins, meses antes de sair do Brasil para realizar o sonho de fazer um mochilão pela Ásia. A jovem morreu após cair em uma trilha na Indonésia e teve o corpo resgatado nesta quarta-feira (25).
Segundo Milena Falcão, administradora da agência de turismo que acompanhou Juliana, a alma aventureira e a coragem da jovem eram características marcantes. "Lembro dela sempre muito feliz, com semblante bem alegre por estar conhecendo mais um destino", comentou.
Juliana Marins conheceu as dunas e lagoas do Jalapão, no Tocantins, meses antes de sair do Brasil para realizar o sonho de fazer um mochilão pela Ásia. A jovem morreu após cair em uma trilha na Indonésia e teve o corpo resgatado nesta quarta-feira (25).
Segundo Milena Falcão, administradora da agência de turismo que acompanhou Juliana, a alma aventureira e a coragem da jovem eram características marcantes. "Lembro dela sempre muito feliz, com semblante bem alegre por estar conhecendo mais um destino", comentou.
Juliana fazia o mochilão na Ásia desde fevereiro e havia passado pelas Filipinas, Vietnã e Tailândia, compartilhando registros da viagem nas redes sociais. A jovem foi encontrada morta na terça-feira (24) após sofrer uma queda de aproximadamente 300 metros durante uma trilha no vulcão Rinjani e passar quatro dias isolada. O corpo foi resgatado a cerca de 600 metros.
A viagem de Juliana para o Jalapão foi realizada com a companhia dos pais e compartilhada com os seguidores. O roteiro de quatro dias aconteceu em agosto de 2024. "Essa perda é profundamente dolorosa, ainda mais pelas circunstâncias e por se tratar de um turismo de aventura, como o que vivemos diariamente. Sentimos muito", comentou Milena.
Nesta quarta-feira (25) Manoel Marins, pai de Juliana, postou uma foto da viagem em que aparece ao lado da filha e da esposa. Na legenda, fez uma carta aberta para a jovem afirmando que ela "se foi fazendo o que mais gostava e isso conforta um pouco o nosso coração".
Juliana desapareceu no sábado (21), após se separar do grupo de cinco turistas que subia a trilha na Ilha Lombok, na Indonésia. Ela fazia o passeio com uma empresa de viagens do país.
Várias tentativas de resgate foram realizadas, mas as condições climáticas não permitiram o uso de helicóptero, o que atrasou a operação. Na segunda-feira (23), um drone operado por resgatistas chegou até a jovem, que estava imóvel a 500 metros abaixo do penhasco.
Seu corpo só foi localizado na terça-feira (24), a mais de 600 metros abaixo da trilha. A informação foi confirmada pelo chefe da Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia, Marechal do Ar TNI Muhammad Syafi’i, além de outros socorristas voluntários.
A família diz que Juliana foi abandonada pelo guia por mais de uma hora antes de sofrer o acidente. “A gente descobriu isso em contato com pessoas que trabalham no parque. Juliana estava nesse grupo, porém ficou muito cansada e pediu para parar um pouco. Eles seguiram em frente, e o guia não ficou com ela”, disse Mariana Marins em entrevista ao Fantástico.