A Polícia Federal investiga fraudes bancárias que teriam causado prejuízo de R$ 318 mil em transações bancárias fraudulentas. As transferências indevidas teriam sido feitas com dados pessoais de clientes de instituições financeiras, entre elas a Caixa Econômica Federal. A operação Laranjada Suíça foi realizada nesta quarta-feira (30).
A polícia informou que as fraudes eram praticadas por meio de técnicas de engenharia social e phishing, com objetivo de obter dados sensíveis de clientes dos bancos. Essas técnicas consistem em manipular e enganar as vítimas em ataques cibernéticos para ter acesso a senhas e número do cartão.
A Caixa informou que atua conjuntamente com os órgãos de segurança pública nas investigações e operações que combatem fraudes e golpes. O banco afirmou que aperfeiçoa, continuamente, os critérios de segurança em movimentações financeiras e monitora ininterruptamente seus produtos, serviços e transações bancárias para identificar e investigar casos suspeitos (veja completa nota abaixo).
Segundo a PF, o principal suspeito identificado é um morador de Palmas, que teve dispositivos eletrônicos vinculados a contas bancárias de vítimas. O nome do suspeito não foi divulgado, por isso o g1 não teve contato com a defesa dele. Também não foi informado quantas pessoas são investigadas pelas fraudes.
As investigações apontaram que as movimentações de valores eram feitas para contas de laranjas, que moravam em Vitória da Conquista (BA).
Na manhã desta quarta-feira (30), 10 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal do Tocantins, foram cumpridos na cidade baiana. Durante a operação foram apreendidos documentos, equipamentos de informática e aparelhos celulares que serão analisados pelos policiais.
O caso está sob segredo de Justiça e continua sendo investigado.
O nome da operação faz referência a cidade de Vitória da Conquista, conhecida como Suíça Baiana, pelas suas baixas temperaturas, local onde residem os laranjas que recebem dinheiro subtraído das contas das vítimas.
A CAIXA informa que atua conjuntamente com os órgãos de segurança pública nas investigações e operações que combatem fraudes e golpes. Tais informações são consideradas sigilosas e repassadas exclusivamente à Polícia Federal e demais autoridades competentes, para análise e investigação.
O banco aperfeiçoa, continuamente, os critérios de segurança em movimentações financeiras, acompanhando as melhores práticas de mercado e as evoluções necessárias ao observar a maneira de operar de fraudadores e golpistas.
Adicionalmente, a CAIXA ressalta que monitora ininterruptamente seus produtos, serviços e transações bancárias para identificar e investigar casos suspeitos. E a instituição também esclarece que possui estratégias, políticas e procedimentos de segurança para a proteção dos dados e operações de seus clientes e dispõe de tecnologias e equipes especializadas para garantir segurança aos seus processos e canais de atendimento.
Tocantins Casal é indiciado por suspeita de matar e roubar aposentado no interior do Tocantins
Tocantins PRF apreende mais de 700 kg de drogas transportadas em cabine de caminhão na BR-153 no Tocantins
Tocantins Foragido é preso no Tocantins após procurar delegacia para registrar perda de documentos
Paraíso do Tocantins Investigação revela novas vítimas de contadora suspeita de estelionato no Tocantins, diz polícia
Tocantins Casal é preso no Tocantins com mais de R$ 500 mil em joias após roubo no Pará, diz PM
Tocantins Cerco contra suspeitos de tráfico de drogas deixa mortos no Tocantins, diz PM Mín. 21° Máx. 30°
Mín. 21° Máx. 24°
Chuvas esparsasMín. 20° Máx. 21°
Chuva