Em Monte do Carmo, na região central do Tocantins, há um projeto de mineração de ouro avaliado em US$ 250 milhões de dólares, aproximadamente R$ 1,4 bilhão. A implantação deve ocorrer em meados de 2026, conforme a mineradora Hochschild Mining.
O município tem 5.694 habitantes, segundo o último Censo do IBGE, e fica a pouco mais de 90 quilômetros da capital Palmas. A expectativa do governo do estado é de que sejam gerados 2 mil empregos diretos e indiretos na região.
Segundo a mineradora, o projeto está em fase de revisão de engenharia. Isso significa que o foco, atualmente, é o detalhamento da engenharia do projeto e o refinamento do plano para sua implantação. O início da construção permanece condicionado às definições internas de investimento.
O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) informou que foi concedida a Licença de Instalação do empreendimento (LI) autorizando o início das atividades previstas para essa etapa do empreendimento.
O projeto também tem a Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos e a Autorização de Exploração Florestal (AEF), que permite a supressão vegetal necessária para a implantação das estruturas previstas, em conformidade com a legislação ambiental vigente.
Segundo o Naturatins, todas as licenças da mineradora se encontram vigentes e são válidas para o projeto.
O projeto foi adquirido pela mineradora peruana Hochschild Mining, por US$ 60 milhões. Em 2025, a empresa explicou que o período de operação está estimado em 12 anos, com uma capacidade estimada de 6 mil toneladas de minério por dia.
Além do ouro, o Tocantins também se destaca na produção de calcário, fosfato, gipsita, ferro, manganês, esmeralda, quartzo, granada e materiais para construção civil.
O município de Palmeirópolis abrange o complexo polimetálico, onde são produzidos ouro, cobre, prata e chumbo.
As mineradoras de ouro estão instaladas em Almas, Monte do Carmo, Chapada da Natividade, Pindorama e Natividade.
Almas e Natividade também são produtoras de calcário, assim como os municípios de Bandeirantes, Taguatinga, Xambioá, Formoso do Araguaia, Pugmil e Novo Jardim.
Em Arraias, há mineração de fosfato. Monte Santo e Cristalândia têm arranjos produtivos para esmeraldas e cristal, respectivamente.
O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) informa que a área em questão possui Licença de Instalação (LI), o que autoriza o início das atividades previstas para essa etapa do empreendimento.
O projeto também tem Autorização de Exploração Florestal (AEF), que permite a supressão vegetal necessária para a implantação das estruturas previstas, em conformidade com a legislação ambiental vigente.
O projeto também já tem a Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos. Todas as licenças se encontram vigentes e são válidas para o projeto.
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