Segurança Pública Tocantins
Cocaína encontrada em buraco na mata no TO chega a quase 470 kg
Droga foi encontrada durante operação policial que contou com drones e prendeu três suspeitos, na região do Vale do Araguaia, no Tocantins. Suspeita é de que o local era usado como base logística para o tráfico internacional.
07/04/2026 08h16
Por: Notícias 105 Tocantins Fonte: G1 Tocantins

O carregamento de cocaína apreendido em uma área de mata no Tocantins totalizou aproximadamente 469 kg de cocaína. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (6) pela Polícia Federal. Durante a operação, que prendeu três pessoas no fim de semana, foram utilizados drones para monitorar os suspeitos.

A droga foi apreendida neste domingo (5), em uma propriedade rural entre os municípios de Abreulândia e Araguacema. Três homens de 28, 30 e 33 anos foram presos em flagrante. Os nomes não foram informados e o g1 não conseguiu contato com a defesa deles.

A operação foi realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/TO), coordenada pela Polícia Federal, com a participação das forças de segurança do estado. A suspeita é de que o local funcionava como uma base logística para o tráfico internacional.

A Polícia Militar detalhou que a ação foi desencadeada após trabalho de inteligência identificar que o local servia para armazenamento e distribuição de entorpecentes oriundos de rotas aéreas clandestinas.

Na noite do dia 4, equipes do Batalhão de Operações Especiais (BOPE/PMTO), em apoio à FICCO, deslocaram-se para a região, onde iniciaram o monitoramento tático com o emprego de aeronave remotamente pilotada.

Na manhã de domingo, diante da possibilidade de fuga, foi realizada a abordagem, resultando na prisão em flagrante de três homens, que indicaram onde a droga estava.

No interior da propriedade, as equipes localizaram aproximadamente 500 kg de substância análoga à cocaína, enterrada em uma área de mata, além de 20 galões de combustível de aviação e duas caminhonetes.

Os presos e todo o material apreendido foram encaminhados à Superintendência Regional da Polícia Federal no Tocantins, onde foram adotadas as providências legais. Os investigados devem responder por tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa. As penas somadas podem ultrapassar 30 anos de reclusão.