O senador Plínio Valério (PSDB-AM) destacou a aprovação do relatório final da CPI das ONGs nesta terça-feira (12). O documento apresenta seis projetos legislativos e pede o indiciamento do presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Mauro Oliveira Pires, acusado de corrupção passiva e improbidade administrativa. Em pronunciamento no Plenário nesta terça, o parlamentar, que presidiu a CPI, afirmou que a comissão atingiu seu objetivo.
— Decepção só daqueles que esperavam um comportamento incivilizado da CPI das ONGs. Comportamento incivilizado só vi de uma ou duas pessoas, reclamando porque não indiciamos muitos, não pedimos a prisão de tantos. A CPI não foi instalada para isso. Foi para abrir a caixa-preta e se opor à narrativa do império do bem. O império do bem é composto por essas ONGs, financiadas com dinheiros estrangeiros, em sua grande parte, que promovem na Amazônia verdadeiro festival de demarcação de terras indígenas, de áreas de proteção ambiental, estimulam ribeirinhos contra indígenas, indígenas contra ribeirinhos, promovem a "desintrusão" de pessoas que ali habitavam.
Plínio destacou que a comissão realizou 32 reuniões e 24 oitivas, com dezenas de pessoas participando de diligências realizadas diretamente na Amazônia. O parlamentar questionou os valores recebidos pelas ONGs e afirmou que a quantia não condiz com a situação vivida pelos moradores da região.
— Se você somar as seis ONGs que nós trouxemos para depoimento, somam R$ 3 bilhões. [...] Como nós dissemos que o objetivo da CPI não era demonizar ONGs, pelo contrário, era mostrar que tem joio nesse trigo, nesse império do bem, tem joio... Foi este o objetivo: escancarar, jogar mesmo na cara de você brasileiro, na cara de você brasileira, que tinha só aquela narrativa de que eles fazem tudo de bem — altruístas, bondosos, generosos, preocupados com a Amazônia. E o que a gente constatou nas diligências é o estado total de pobreza.
O senador criticou o fato de não existir nenhum controle financeiro sobre as ONGs e disse ser preciso criar uma fiscalização de quem manda e de quem recebe o dinheiro das organizações, além de saber o motivo do envio, a quantia exata recebida e como foi gasta.
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