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Polícia Tocantins

PF investiga grupo suspeito de envolvimento com comércio ilegal de arma de fogo e crimes contra instituições financeiras

Mandados de busca e apreensão e de prisão foram cumpridos no Tocantins, Pará e Maranhão. Segundo a PF, um estabelecimento de venda de armas de fogo teve as atividades suspensas.

04/06/2025 08h38
Por: Notícias 105 Tocantins Fonte: G1 Tocantins
PF investiga grupo suspeito de envolvimento com comércio ilegal de arma de fogo e crimes contra instituições financeiras

Mais de 30 mandados de buscas e apreensão e prisão foram cumpridos na manhã desta quarta-feira (4) em cidades do Tocantins, Pará e Maranhão. A Operação Cerberus, da Polícia Federal, investiga uma organização criminosa que estaria envolvida com tráfico de drogas, crimes contra instituições financeiras e comércio ilegal de arma de fogo.

Segundo a Polícia Federal, investigações apontaram que alguns suspeitos de envolvimento na organização criminosa residiam em Araguaína, região norte do Tocantins. Eles seriam responsáveis pelo planejamento e execução de crimes contra instituições financeiras e lavagem de dinheiro.

Foram cumpridos 31 mandados de busca e apreensão e 5 mandados de prisão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Araguaína. As ações foram realizadas nas cidades de Araguaína, Wanderlândia, Altamira (PA) e Imperatriz (MA).

A operação foi em conjunto com a Polícia Civil por meio da Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC) e Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

As duas divisões identificaram que um estabelecimento de venda de armas de fogo estaria fornecendo ilegalmente armamentos a pessoas com antecedentes criminais, ligadas ao tráfico de drogas. As atividades do estabelecimento comercial estão suspensas por ordem judicial.

O nome da operação faz referência ao Cérbero, cão de três cabeças da mitologia grega responsável por guardar o mundo subterrâneo de Hades. Segundo a PF, esse nome "faz alusão à tríade de crimes praticados pela organização criminosa investigada, bem como à atuação conjunta das forças de segurança pública envolvidas na apuração dos fatos".

A ação contou com apoio da Receita Estadual, Exército Brasileiro, Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/TO) e da Polícia Militar do Tocantins – por meio do Grupo de Operações com Cães (GOC).

 

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