A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1822/19 , que determina o sigilo dos nomes das mulheres vítimas de crimes de violência doméstica e familiar.
A proposta, que veio do Senado, recebeu parecer favorável da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ). Como já passou pelas duas Casas legislativas e tramita em caráter conclusivo, poderá seguir para sanção presidencial, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário da Câmara.
De acordo com o texto aprovado, o sigilo se refere apenas ao nome da mulher. Não abrange o nome do autor do crime nem os demais dados do processo. A alteração é feita na Lei Maria da Penha .
Segundo Laura Carneiro, apesar de o Código de Processo Penal autorizar o segredo de justiça para preservar a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem da vítima, em determinados crimes, como os que envolvem violência doméstica, é recomendável deixar esse sigilo dos dados da vítima assegurado expressamente.
“Ainda nos encontramos em um estágio, no que diz respeito à defesa dos direitos das mulheres, em que é preciso estimulá-las a denunciar seus algozes”, disse a relatora. Para Carneiro, é um erro expor essas mulheres à possibilidade de constrangimentos durante o inquérito policial ou o julgamento, com todos os estigmas que podem recair sobre as vítimas.
Palmas Tocantins IPTU de Palmas terá aumento de 4,46% em 2026 após atualização da planta de valores
Tocantins Deputados aprovam orçamento de R$ 19,5 bilhões para o Tocantins em 2026; veja divisão
Brasil Por unanimidade, Câmara aprova isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil; proposta vai ao Senado
Brasil CCJ da Câmara dos Deputados aprova aumento de pena para crimes de aliciamento infantil cometidos pela internet
Tocantins Deputados aprovam resolução que determina nova eleição para mesa diretora da Assembleia
Palmas TRAGÉDIA: Criança de 4 anos morre após cair em poço com 10 metros de profundidade Mín. 21° Máx. 30°
Mín. 21° Máx. 24°
Chuvas esparsasMín. 20° Máx. 21°
Chuva