A investigação que apura um esquema de falsificação de atestados médicos em Paraíso do Tocantins, na região central do estado, começou depois que uma empresa desconfiou dos documentos entregues por um funcionário. A informação é da Polícia Civil, que cumpriu mandados de busca em apreensão em comércios e casas da cidade nesta segunda-feira (2).
Conforme a polícia, três atestados foram comprovados como falsos. Cada um concedeu três dias de liberação do trabalho para a pessoa que apresentou. A polícia não informou se só uma pessoa apresentou as dispensas ou se foram mais funcionários.
A investigação que levou à Operação Burnout começou há dois meses. Ao todo, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão.
O delegado José Lucas Melo, responsável pelo caso, informou que apreendeu documentos que vão ajudar com as investigações. "Durante a execução das ordens judiciais foram apreendidos documentos cuja autenticidade será verificada durante o andamento do inquérito policial", disse.
Segundo a polícia, o nome da operação faz referência a uma síndrome de Burnout, caracterizada pelo esgotamento extremo e desmotivação no trabalho, que diferentemente do cansaço habitual, compromete a saúde mental do trabalhador.
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