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Polícia Civil divulga cartaz de procurado para homem suspeito de estuprar crianças no Tocantins

José Augusto Rodrigues Mariano abusou pelo menos oito vezes dos dois meninos, diz a Polícia Civil. Delegado responsável pelo caso disse que o suspeito é uma pessoa perigosa.

07/11/2024 15h16
Por: Notícias 105 Tocantins Fonte: G1 Tocantins
Polícia Civil divulga cartaz de procurado para homem suspeito de estuprar crianças no Tocantins

José Augusto Rodrigues Mariano, de 22 anos, está sendo procurado pela Polícia Civil. O homem é investigado por crimes de estupro de vulnerável, supostamente, cometidos em 2023 e 2024 contra pelo menos duas vítimas com idades entre sete e nove anos em uma cidade no norte do estado.

Segundo a polícia, ele abusou pelo menos oito vezes das vítimas. Qualquer informação sobre o paradeiro de José Augusto Rodrigues Mariano pode ser passada para polícia pelo telefone (63) 3457-1563. O g1 não conseguiu contato com a defesa do investigado

O caso foi denunciado pelas mães das vítimas no dia 10 de outubro de 2024, na 7ª Central de Atendimento, em Guaraí. Conforme a investigação, José Augusto abordou as vítimas, dois meninos, enquanto brincavam na frente de uma casa.

O suspeito teria convidado os meninos para irem à sua casa e praticou o crime, segundo a Polícia Civil. O pedido de prisão preventiva foi emitido pela 1ª Escrivania Criminal de Colmeia, justificando que há indícios suficientes da autoria do crime.

O delegado João Luís Jucá, responsável pelo caso, disse que José Augusto fugiu assim que soube que era investigado.

 

“Trata-se de uma pessoa perigosa que é contumaz na prática do crime de estupro de vulnerável, se aproveitando da fragilidade e inocência dessas crianças. Felizmente, essas mães, ao saberem do que estava acontecendo, procuraram a polícia na tentativa de cessar essa violência. Desde que ficou sabendo que estava sendo investigado, ele se evadiu da cidade”, contou o delegado.

 

Ainda segundo a Polícia Civil, durante a investigação constatou-se que uma das vítimas foi abusada três vezes e a outra cinco vezes. O investigado ainda teria ameaçado os meninos para que não contassem sobre o crime.

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