O Colegiado de Juízes da 1ª Vara Criminal de Miracema do Tocantins determinou a prisão preventiva de 23 policiais militares e a aplicação de medidas cautelares. O grupo é investigado por suposto envolvimento em uma chacina que terminou com sete mortos em 2022.
Os acontecimentos foram registrados após a morte do policial militar Anamon Rodrigues de Sousa, em 2022. Logo depois, Manoel Soares da Silva e Edson Marinho da Silva, pai e filho, foram assassinados dentro de uma delegacia quando 15 pessoas encapuzadas invadiram o local.
Depois da morte de pai e filho, Valbiano Marinho da Silva, filho de Manoel e irmão de Edson, foi assassinado em casa. No dia seguinte, mais três corpos foram encontrados no loteamento Jardim Buriti. As vítimas foram identificadas como Aprigio Feitosa da Luz, de 24 anos, Gabriel Alves Coelho, de 21 anos, e Pedro Henrique de Sousa Rodrigues, de 18 anos.
Os militares investigados deverão se apresentar nesta sexta-feira (8) na sede do Comando Geral da PM, em Palmas. Depois, eles serão levados para a Delegacia Geral da Polícia Civil.
Segundo a decisão, as medidas se fundamentam na gravidade dos crimes, que envolve execuções sumárias, tortura e fraude processual, praticados sob o pretexto de represália à morte de um sargento da Polícia Militar.
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