Quinta, 26 de Fevereiro de 2026 00:05
63 99937-8277
Justiça Tocantins

Responsável por empresa é indiciado pela morte de funcionário que levou choque e caiu de uma altura de 10 metros

Natanael Damasceno Costa morreu quando estava fazendo reparos em câmeras de vigilância, em Araguatins. Investigações apontaram que a empresa não havia seguido orientações sobre uso dos EPIs.

13/08/2025 08h16
Por: Notícias 105 Tocantins Fonte: G1 Tocantins
Responsável por empresa é indiciado pela morte de funcionário que levou choque e caiu de uma altura de 10 metros

O responsável por uma empresa foi indiciado nesta terça-feira (12) pelo crime de homicídio culposo após a morte do trabalhador Natanael Damasceno Costa, de 23 anos. O jovem estava fazendo reparos em câmeras de vigilância de outra empresa, em uma escada, quando levou um choque e caiu de uma altura de 10 metros. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O nome da empresa em que Natanael trabalhava, assim como o do responsável indiciado não foram divulgados pela Polícia Civil, por isso, o g1 não conseguiu contato com as defesas.

O jovem morreu na última terça-feira (5), em Araguatins, no Bico do Papagaio. Durante o atendimento, os bombeiros fizeram manobras de reanimação cadiopulmonar com uso do desfibrilador, mas ele não resistiu. Natanael teve queimaduras nos dedos e no braço esquerdo, e hemorragia craniana.

O que apontou a investigação?

 

Segundo a Polícia Civil, uma empresa de Araguatins havia contratado uma equipe terceirizada para fazer os reparos em câmeras de vigilância.

A empresa terceirizada teria sido advertida sobre o uso obrigatório dos equipamentos de proteção individual (EPIs), mas não seguiu as orientações do setor de fiscalização de segurança do trabalho.

Conforme as investigações, a polícia identificou que houve negligência devido à falta dos EPIs em um local que poderia causar choque e queda. Assim, o responsável pela empresa terceirizada foi indiciado pelo crime de homicídio culposo.

g1 solicitou informações ao Grupo Gazin, responsável por contratar a empresa terceirizada, mas não houve resposta até a publicação da reportagem.

O inquérito foi finalizado e encaminhado ao Poder Judiciário para as providências legais cabíveis.

Nenhum comentário
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Ele1 - Criar site de notícias